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| São Paulo | Junho de 2005 | Número 25 |
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Quando iniciamos a jornada para modificar o nome do nosso jornal Compuctador, pedimos sugestões e algumas respostas vieram com a pergunta. - Mudar o nome do Jornal Compuctador? Por quê? Não está bom assim?! - E por que não? Talvez lidar com o estabelecido e familiar seja mais fácil, deixando-nos mais confortáveis, por outro lado, não arriscamos sonhar mais alto. É claro que cada situação tem o seu contexto e merece uma análise e ponderação sobre as circunstâncias. Para pensar sobre a mudança do nome do Jornal vamos visitar a história do Compuctador. Tudo iniciou nas aulas de Introdução à Computação, em 1998, nas quais os alunos sempre foram incentivados a produzir memórias, crônicas, poemas com o objetivo de gerar o autoconhecimento e novas relações com o mundo. A bonita criação literária possibilitou um avanço, envolvendo-nos na formatação de um jornal que levamos à gráfica, para reproduzir duas centenas de cópias. No quinto número, vimos que precisávamos de um patrocinador, para aprimorar a qualidade estética e aumentar a tiragem. Encontramos na Livraria Cortez, o parceiro fiel, na reprodução de 1.500 exemplares, quatro números por ano. O Jornal, durante esse tempo, sofreu algumas intempéries nos custos e recebeu apoio solidário de alguns de nossos alunos. Passados sete anos, contando sempre com a contribuição criativa dos alunos, o jornal diversificou suas seções, incluiu artigos especializados de professores e convidados. Além disso, expandiu horizontes e rompeu fronteiras de espaço, enredando-se na internet: http://cogeae.pucsp.br/compuctador. Então, o Jornal, nascido das aulas de computação (por isso o nome lhe caía bem!), cresceu e nós, com ele. Agora, o desafio é ser um informativo que represente a Universidade Aberta na sua heterogeneidade de participantes e multiplicidade de atividades; um veículo de interlocução e reflexão sobre os meandros da vida. Reafirmo a escolha pela transformação na abertura de novas projeções e na convergência de desejos dos alunos, ao assumir a Universidade Aberta, como o lugar para continuar a aprender, crescer, ser mais e melhor. Citando Paulo Freire, “o ser humano é inconcluso”, por isso estamos sempre no fluxo da mudança e onde há movimento encontramos vitalidade. Profa. Dra. Vitória Kachar |
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