Design de Interação

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Guia do Estudante: mais cursos estrelados
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Apresentação 

O curso de Design da PUC-SP é único por oferecer uma linha de formação em Design de Interação, uma área de atuação em franco crescimento,  além de incentivar metodologias ativas de ensino. O curso foi construído com base nas principais tendências pedagógicas globais para oferecer um ensino contemporâneo, efetivo e alinhado com as expectativas dos estudantes. 

O curso deixa de lado a metodologia clássica de ensino e adota a metodologia de ensino baseada em projetos (Project-Based Learning) que estimula um processo centrado no aluno, além de fortalecer a prática e o ganho de experiência em todas as etapas dos processos educacionais, analíticos, criativos e de desenvolvimento de projetos. 

Em vez das tradicionais disciplinas, a estrutura didática do Design de Interação é baseada em eixos temáticos e módulos, o que possibilita a criação de um ambiente imersivo em que o aluno vivencia um período de estudo teórico, prático e elaboração de um projeto que demonstrem a intersecção de diversos conhecimentos e objetivos de aprendizagem.

O desenvolvimento acelerado das tecnologias digitais, propiciado pela mídia computacional, que hoje se distribui em uma série de novos suportes como computadores pessoais de mesa e portáteis, e-books, smartphones, tablets, levam a uma crescente multiplicação de tipos de interfaces humano-máquina que transformam o mundo em uma gigantesca rede de trocas de informações. Em função desse crescimento, empresas/corporações e instituições necessitam cada vez mais que o design das interfaces humano-máquina seja adequado para que melhores resultados possam ser obtidos e soluções, antes impossíveis de serem implementadas, possam ser criadas. De fato, quando já se anuncia a internet das coisas, a revolução digital não cessa de trazer novos desafios para que a conversação dos humanos com os equipamentos digitais, dotados de capacidade interativa, seja cada vez mais amigável. A área de conhecimento e de formação profissional, que garante a realização otimizada desse tipo de conversação, é o Design, mais especificamente o Design de Interação.

Formas de Ingresso 

Vestibular Verão 2017
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Gestão 

As Faculdades são compostas por: Departamentos, Cursos de Graduação, Programas de  Pós-Graduação stricto sensu e lato sensu, Cursos e Atividades de Educação Continuada, Unidades Suplementares e Núcleos Extensionistas.

A Coordenação do curso é definida através de eleição entre os docentes candidatos que são pertencentes à carreira do magistério. A Coordenação eleita por dois anos de gestão, terá uma carga horária equivalente a 20 horas no qual serão dedicadas para as atividades didáticos/pedagógicos de coordenação, de atendimento aos alunos e professores e participação de comissões em reuniões com outras instâncias da universidade.

As atualizações e alterações realizadas no PPC (Projeto Pedagógico do Curso) são organizadas, acompanhadas e presididas pela Coordenação do curso, juntamente com o NDE (Núcleo Docente Estruturante) e o Colegiado do Curso de Design.

Laboratórios 

Laboratórios de Informática: O curso conta com uma estrutura de laboratórios de informática administrada pela Divisão de Tecnologia da Informação (DTI) da PUC-SP. Com um total de 31 laboratórios de informática, divididos entre os campi Marques de Paranaguá (9), Monte Alegre (19) , Santana (2)  e Sorocaba (1), todos conectados em rede à uma velocidade de 100Mps.

Esses mais de 1000 computadores integram os cerca de 2300 computadores da grande rede PUCSPNet, totalmente conectada à Internet, onde utilizamos um link principal de acesso com velocidade de 1Gbps.

Contamos ainda com uma política de licenciamento de software através de programas educacionais e parcerias com empresas como IBM (IBM Rational), Microsoft (MSDN Academic Alliance), CorelDraw, Adobe (Flash, Dreamweaver, InDesign, Photoshop, Director),  além de softwares específicos como Vue, Cinema 4D, SPSS, SolidWorks, entre outros.

Avaliação do aluno 

Avaliação do Módulo

Segundo o PPI da PUC-SP: “a avaliação deverá levar em consideração “os elementos constitutivos do processo ensino e aprendizagem: plano político-pedagógico, atividades curriculares, metodologias, relação professor aluno, instrumentos e tempos avaliativos, respondendo às particularidades de cada componente curricular (pesquisa, aulas teóricas, práticas, laboratórios, trabalhos cooperativos, estágios, seminários, aulas integradas etc.)”.(pgs. 21 e 22)

Em consonância ao PPI, a avaliação do processo da aprendizagem do curso de Design - Linha de formação: Design de Interação ocorre da seguinte maneira: é importante lembrar que o módulo pode ser composto por três principais atividades, a saber: tutoria de projetos, sustentação interativa e Estúdio. Todas as atividades terão uma nota individual que, por meio dos seguintes pesos, fará a composição da nota final no módulo.

  • Tutoria de Projetos: 50% da Nota do Módulo
  • Sustentação Interativa: 25% da Nota do Módulo
  • Estúdio: 25% da Nota do Módulo

 As notas são atribuídas em escala fracionável de 0 (zero) a 10 (dez) para cada uma das atividades. É considerado aprovado no módulo o aluno que obtiver o desempenho mínimo de 50%, nota 5 (cinco) de aproveitamento na nota final do módulo.
Se o aluno tiver uma nota inferior a 5.0 (cinco) no módulo, ele estará reprovado no módulo e deverá cursá-lo novamente. Como o PPC não prevê pré-requisitos, o aluno estará apto a cursar outro módulo de sua escolha.

Partindo do princípio que o curso foi concebido com o intuito de formar um bacharel em Design linha de formação Design de Interação, adaptável aos constantes e cada vez mais frequentes avanços tecnológicos, o sistema de avaliação do processo ensino-aprendizagem reflete esta realidade e está em constante discussão pelo corpo docente. Para avaliar a base sólida de conhecimentos adquiridos nas atividades pedagógicas do módulo, como as Sustentações Interativas e Estúdios, são utilizados vários modelos e recursos avaliativos:  provas (escritas e/ou práticas), atividades como seminários, trabalhos individuais ou em grupos, relatórios e elaboração de projetos.

É importante destacar que atividade de Tutoria de Projetos terá uma avaliação de caráter formativa, que será conduzida ao longo do semestre por meio de apresentação de portfólios de atividades executadas. Toda sessão de tutoria é finalizada com uma avaliação formativa, em que oralmente cada estudante avalia o seu próprio desempenho, o de seus colegas e do tutor, que também avalia o grupo, cada estudante e a ele mesmo. Todos avaliam a qualidade do projeto cuja discussão foi finalizada naquela sessão. A atividade também terá uma avaliação somativa, que se dará com base na avaliação do projeto final do módulo.

Caso o aluno seja reprovado na tutoria de projetos, ele terá uma nova oportunidade de apresentar a proposta do projeto, em data marcada pelo professor da atividade. Caso o aluno seja reprovado na Sustentação Interativa e/ou Estúdio, o aluno poderá ter uma atividade de recuperação marcada pelo professor da atividade.

A aprovação do aluno no módulo ainda inclui a frequência mínima obrigatória de 75%. Caso o aluno tenha uma frequência inferior, ele estará reprovado sem direito a qualquer processo de recuperação.


Avaliação das Atividades de Apoio

As atividades de apoio Sustentação Básica e TICC terão suas avaliações separadas de qualquer módulo, ou seja, o aluno terá avaliações individuais para cada uma das sustentações teóricas em que está matriculado, assim como para o seu projeto de TICC.

As notas são atribuídas em escala fracionável de 0 (zero) a 10 (dez). É considerado aprovado na Sustentação Básica o aluno que obtiver o desempenho mínimo de 50% de aproveitamento na nota final e frequência mínima de 75% (setenta e cinco por cento).

  Partindo do princípio que o curso foi concebido com o intuito de formar um bacharel em Design linha de formação Design de Interação, adaptável aos constantes e cada vez mais frequentes avanços tecnológicos, o sistema de avaliação do processo ensino-aprendizagem reflete essa realidade e está em constante discussão pelo corpo docente. Para avaliar a base sólida de conhecimentos adquiridos nas atividades pedagógicas, são utilizados vários modelos e recursos avaliativos:  provas (escritas e/ou práticas), atividades como seminários, trabalhos individuais ou em grupos, relatórios e elaboração de produtos e projetos.

Os projetos de Trabalho Interdisciplinar de Conclusão de Curso deverão ser interdisciplinares, buscando a interação entre a teoria e prática, a articulação dos saberes e a mobilização das competências do aluno na concepção, desenvolvimento, execução e gestão de projetos e a reflexão sobre a prática. A avaliação desta atividade está descrita no item 16.3 deste documento.

TCC 

O Trabalho Interdisciplinar de Conclusão de Curso (TICC) é obrigatório e de natureza prática, em que os alunos desenvolvem um projeto interdisciplinar em design de interação, composto de um produto e uma produção textual (monografia).
A preparação do aluno ao TICC é feita durante todos os anos do curso na medida em que, a cada módulo, são desenvolvidos os projetos. No entanto, no último ano o aluno terá as atividades de TICC1 e TICC2 previstas em sua matriz curricular, que servirá como um período de orientação com professores do curso. O TICC é desenvolvido com o acompanhamento e orientação de um professor/orientador responsável, que oferece a assistência técnica e conceitual necessária.

O trabalho de orientação se dá por meio de reuniões semanais, nas quais o professor acompanha o desenvolvimento dos grupos, desde a escolha do tema, a elaboração dos passos básicos e metodológicos do projeto, até a sua finalização e apresentação à banca examinadora.

Os projetos deverão ser interdisciplinares, buscando a interação entre a teoria e prática, a articulação dos saberes e a mobilização das competências do aluno na concepção, desenvolvimento, execução e gestão de projetos e a reflexão sobre a prática.

Objetivos

Objetivos Gerais

O Trabalho Interdisciplinar de Conclusão de Curso tem como principal objetivo o desenvolvimento de uma atividade, na qual os grupos deverão desenvolver um projeto interdisciplinar composto de um produto e uma produção textual (monografia) relacionado ao Design. Os trabalhos serão desenvolvidos com a orientação de um professor, que deverá ter a titulação mínima de mestre, o qual deverá dar assistência técnica ao grupo, por meio de reuniões semanais durante o horário da aula de TICC, acompanhando sempre o desenvolvimento do trabalho.   

Objetivos Específicos

  • Possibilitar aos alunos o desenvolvimento de um tema de projeto, onde os conhecimentos adquiridos no decorrer do curso possam ser aplicados de maneira interdisciplinar;
  • Desenvolver o espírito de equipe para a solução e desenvolvimento de um projeto;
  • Possibilitar a parceria entre a indústria e a universidade no desenvolvimento de um projeto de interesse comum.
Atividades de formação 

As atividades complementares do contam como formação do aluno do curso de Design - Linha de formação: Design de Interação, a serem validadas pela coordenação do curso, para um mínimo de 50 horas.

As atividades complementares são anotadas em fichas próprias e comprovadas pelo aluno mediante apresentação de certificados, atestados ou documento similar e relatórios.  Dessa forma, o aluno deverá entregar à Coordenação do curso o comprovante de realização da atividade acompanhado de um relatório descrevendo as articulações entre a atividade realizada e o Curso. Caberá à coordenação do curso a análise e atribuição das horas de atividades.

Estágio curricular 

O curso proposto prevê obrigatoriedade ao aluno de fazer estágio como complementação curricular, cuja carga horária mínima é de 200 horas e deve ser realizado durante o período em que o aluno está cursando o curso de Design – Linha de formação Design de Interação. O aluno entregará um relatório à coordenação do curso, que vai validar as horas observando a proximidade entre os trabalhos exercidos pelo aluno no estágio e os conteúdos oferecidos pelo curso, pois o estágio deve ser complementar à formação do aluno. A coordenação do curso se propõe a apoiar o aluno na realização do estágio obrigatório através das seguintes ações:

  • Ações, desde o primeiro semestre letivo do curso, para divulgação sobre a importância da vivência e realização de estágios e orientação aos alunos sobre quais os procedimentos para candidatura (elaboração de currículo, entrevista, localização de vagas, documentação etc.);
  • Estabelecimento de parcerias com empresas para elaboração do perfil de vagas de estágio;
  • Divulgação de oportunidades de estágio aos alunos do curso de Design - Linha de formação: Design de Interação por meio de diversas mídias como: informações em sala de aula; redes sociais; listas eletrônicas; blogs; twitter ambientes virtuais etc.;
  • Ações do curso coordenadas com a Coordenadoria Geral de Estágios da PUC-SP – CGE, órgão responsável por mediar a relação entre a universidade e o mundo do trabalho como propor políticas para a atividade de estágio; orientar as unidades acadêmicas no cumprimento das diretrizes para a atividade de estágio da PUC-SP e da legislação de estágio e favorecer a inserção dos estudantes no mercado de trabalho;
  • Programa Bolsa Estágio.

O estudante do curso tem a oportunidade de optar por realizar estágios na própria PUC-SP em seus diversos setores por meio do Programa Bolsa Estágio. O Programa objetiva favorecer estágios nos setores acadêmico-administrativos da Universidade, oferecidos aos estudantes de cursos de graduação da PUC-SP. Por se tratar de um programa de estágio da PUC-SP, a qualidade pedagógica dos campos de estágio é controlada pelas instâncias competentes - Coordenadoria Geral de Estágios (CGE) e Coordenadores dos Cursos. Esse estágio objetiva propiciar vivências profissionais que estejam de acordo com a Lei de estágio no. 11.788, de 25 de setembro de 2008, com o PPI e com o Projeto Pedagógico do Curso.

Reconhecimento 

Deliberação do Consun nº 12/2016

Duração 

03 anos

Avaliação do curso 

A auto avaliação do curso é objeto de debate das reuniões de colegiado do curso. A auto avaliação de um curso, por seus alunos e professores, é, reconhecidamente, uma das formas mais eficientes de realimentação de todo um trabalho voltado ao ensino e a pesquisa. Dessa forma, será implementado um processo de avaliação e auto avaliação realizado inicialmente dentro dos módulos do curso. A avaliação foi instituída para toda a PUC-SP, realizada através de questionários, nos quais os alunos e professores avaliam a instituição e a si próprios.  

Tais questionários levaram em conta também os alunos já formados, para verificar sua inserção no mercado de trabalho e a contribuição dos conhecimentos e habilidades adquiridos no curso para a prática profissional do egresso.
Desse modo, pretendemos aprimorar o processo, com a aplicação periódica dos procedimentos de avaliação por parte de docentes e discentes, com vistas à melhoria contínua das práticas pedagógicas desenvolvidas no curso. A confrontação dos dados de pesquisa com os objetivos apresentados no projeto pedagógico do curso permitirá a verificação dos acertos e de eventuais limites dos procedimentos de ensino e da matriz curricular praticados pelo curso.

A avaliação será orientada também pelos trabalhos da Comissão Própria de Avaliação da PUC-SP, denominada CPA-PUC-SP, instituída em atendimento ao disposto no art. 11, inciso I da referida Lei Federal nº 10.861, de 14/04/2004, cujos procedimentos foram regulamentados pela Portaria do MEC nº 2.051, de 09/07/2004. A Universidade, por meio do Ato do Reitor nº 12/2004, de 14/06/2004, instituiu a comissão com as atribuições de condução dos processos de avaliação internos da instituição, de sistematização e de prestação das informações solicitadas pelo INEP, nos termos da lei. No mesmo ato, foram nomeados os componentes da Comissão, com representantes dos três segmentos da comunidade universitária, assim como da Sociedade Civil. As atividades serão desenvolvidas de acordo com as recentes Diretrizes da Comissão Nacional de Avaliação da Educação Superior (CONAES) para a Auto avaliação das Instituições e com as “Orientações Gerais para o Roteiro da Auto avaliação das Instituições”.

Competência e habilidades 
  • Desenvolver competências e habilidades criativas para buscar e propor soluções inovadoras e coerentes com as necessidades contemporâneas por meio da exploração de técnicas e de processos de criação e inovação. Essas competências e habilidades serão desenvolvidas durante todas as atividades de tutoria de projetos e suas atividades presentes em todos os eixos temáticos do curso.

  • Desenvolver o domínio de linguagem própria para expressar conceitos e soluções por meio das diversas técnicas e processos de expressão e reprodução visual. Essas competências e habilidades serão desenvolvidas principalmente nas atividades previstas no Eixo Temático: Visual do curso, mas também podem ser desenvolvidas em atividades de tutoria de projetos nos demais eixos temáticos.

  • Desenvolver competências e habilidades interdisciplinares capazes de facilitar a comunicação e o trabalho com profissionais de outras áreas na realização de pesquisas e projetos em conjunto. Essas competências e habilidades serão desenvolvidas durante a tutoria de projetos, atividade em que os alunos deverão conceber projetos e soluções inovadoras, muitas vezes com suporte de outras áreas de conhecimento. Reforça-se também que a essência do curso, por seu caráter interdisciplinar, estimula o desenvolvimento dessas habilidades e competências durante todo o percurso do estudante no curso.

  • Desenvolver competências e habilidade críticas acerca dos projetos, buscando uma visão sistêmica para sua conceitualização e contextualização, considerando aspectos técnicos, como materiais e processos, bem como seus possíveis efeitos econômicos, psicológicos, sociais e culturais. Essas competências e habilidades serão desenvolvidas durante as atividades de tutoria de projetos, que estimula uma visão crítica e complexa das técnicas e materiais disponíveis, bem como os possíveis impactos dos projetos para o homem, a sociedade e a cultura.

  • Desenvolver competências e habilidades de gestão de projetos em todas as suas etapas,  a saber: na concepção, no planejamento, na execução e na entrega de resultados. Essas competências e habilidades serão desenvolvidas durante todos os eixos temáticos por meio das tutorias de projetos. No entanto, ressalta-se que há um suporte teórico de gestão de projetos no Módulo Produto do Eixo Temático: Design Research.

  • Desenvolver competências e habilidades de análise de mercado que permitam conhecer o setor produtivo de sua atuação, identificando possíveis fornecedores e parceiros para geração de novas oportunidades de negócios. Essas competências e habilidades serão desenvolvidas nas tutorias de projetos dos Eixos Temáticos, bem como nas atividades de Problematização e Estudo de Caso. Reforça-se que o Módulo Produto do Eixo Temático: Design Research também suportará de maneira conceitual e teórica o desenvolvimento dessas competências e habilidades.

  • Desenvolver competências e habilidades de gestão de produção para a realização de projetos de design de interação, desde a administração de recursos humanos até o arranjo de produtos físicos. Essas competências e habilidades serão desenvolvidas por meio das atividades de tutorias de projetos presentes em todos os Eixos Temáticos, bem como nas atividades referentes ao desenvolvimento do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC).

  • Desenvolver competências e habilidades de uma análise crítica sobre a história e os possíveis caminhos de suas atividades, centradas nos aspectos socioeconômicos e culturais, bem como os possíveis resultados e suas implicações para o meio ambiente, economia, sociedade e cultura. Esses assuntos serão tratados por uma perspectiva crítica e teórica no Módulo Arte & Design do Eixo Temático Criação, bem como SB - Cultura e Cidadania, presentes no Módulo Narrativa do Eixo Temático: Criação. Além disso, essas competências são constantemente tratadas nas atividades de Problematização e Estudo de Caso que acompanham o primeiro e segundo anos do curso.

  • Desenvolver competências e habilidade de desenvolvimento de projetos de software e soluções de tecnologia de informação, como web, dispositivos móveis, jogos digitais, ambientes de realidade virtual e realidade mista. Essas competências e habilidades serão desenvolvidas em todas as atividades previstas no Eixo Temático: Programação, mas também serão estimuladas e exploradas, por meio de projetos, nos demais Eixos Temáticos.

  • Desenvolver competências e habilidades de produção audiovisual, explorando os fundamentos e as potencialidade da fotografia, vídeo, animação e áudio. Essas competências e habilidades serão desenvolvidas em todas as atividades previstas no Eixo Temático: Visual, mas também serão estimuladas e exploradas, por meio de projetos, nos demais Eixos Temáticos.

  • Desenvolver competências e habilidades de pesquisa e produção de design, pensando na usabilidade de produtos e serviços, explorando as suas prototipações até a chegada ao produto final. Essas competências e habilidades serão desenvolvidas em todas as atividades previstas no Eixo Temático: Design Research, mas também serão estimuladas e exploradas, por meio de projetos, nos demais Eixos Temáticos.

  • Desenvolver competências e habilidades de criação e inovação, tendo como fundamentos e práticas a arte, o design, as narrativas e os jogos. Essas competências e habilidades serão desenvolvidas em todas as atividades previstas no Eixo Temático: Criação, mas também serão exploradas, por meio de projetos, nos demais Eixos Temáticos.
Áreas de atuação 

O profissional formado pela PUC-SP estará capacitado a trabalhar em empresas de tecnologia, estúdios de criação digital, agências de publicidade, estúdios de animação, cinema e televisão, assim como na indústria de desenvolvimento de jogos digitais. 

Criatividade e interdisciplinaridade são considerados pilares fundamentais na formação do Designer, características que serão estimuladas e desenvolvidas durante todo o curso, que busca abranger os temas de maior relevância no universo criativo da atualidade: fotografia e audiovisual, narrativas, usabilidade, prototipação, linguagem web, dispositivos móveis, realidade virtual, realidade aumentada, computação gráfica, animação digital, games, tecnologias vestíveis (wereables), internet das coisas, assim com as infinitas relações entre estes temas tão atuais. Esta essência interdisciplinar cultiva uma perspectiva ampla e crítica que estabelece a base para uma carreira sólida de um Designer de Interação.

O egresso do curso poderá atuar nas seguintes ocupações:

  • Designer de solução de sistemas de interação, envolvendo o processo de desenvolvimento de interfaces que levem em consideração aspectos culturais e geográficos;
  • Designer de projetos para o desenvolvimento de ambientes tridimensionais e de imersão, jogos digitais e processos estéticos em ambientes digitais interativos;
  • Designer de projetos para o desenvolvimento de sistemas de physical computing, tais como projetos de vestimenta inteligente e internet das coisas;
  • Desenvolvedor de aplicativos e soluções para ambientes e dispositivos móveis;
  • Empreendedor e gestor de equipes na área de produção de conteúdo, aplicativos e processos de mediação digital;
  • Gestor de projetos e desenvolvimento de design nas áreas educacionais e estéticas.

Em suma, o profissional almejado por este curso é o capaz de criar ambientes digitais considerando os aspectos visuais, de ergonomia e usabilidade, interatividade em ambientes de rede, semiótica, estética e interação humano-computador, atento a que todas as interfaces levem em conta sua função básica de troca de significados.

Um profissional que, além das técnicas, deve conhecer os ambientes das redes, obtendo nova formação para habilidades de leitura que são próprias das redes. Esse profissional trabalha com atributos de linguagem decorrentes da interface de programas gráficos e de autoria, abrindo espaço para a navegação em ambientes virtuais que possibilitem uma nova sintaxe intersemiótica contemplando o verbal, a visualidade e a audição, através de um design híbrido.

Um profissional, enfim, que seja capaz de compreender, segundo abordagem interdisciplinar, a complexidade teórica e produtiva em ambientes digitais, para o desenvolvimento de produtos e serviços de Design que atendam aos novos desafios da sociedade, alinhadas com as competências e habilidades propostas neste curso.          

Vagas turnos e campi 
Histórico 

O desenvolvimento acelerado das tecnologias digitais, propiciado pela mídia computacional, que hoje se distribui em uma série de novos suportes como computadores pessoais de mesa e portáteis, e-books, smartphones, tablets, levam a uma crescente multiplicação de tipos de interfaces humano-máquina que transformam o mundo em uma gigantesca rede de trocas de informações. Em função desse crescimento, empresas/corporações e instituições necessitam cada vez mais que o design das interfaces humano-máquina seja adequado para que melhores resultados possam ser obtidos e soluções, antes impossíveis de serem implementadas, possam ser criadas. De fato, quando já se anuncia a internet das coisas, a revolução digital não cessa de trazer novos desafios para que a conversação dos humanos com os equipamentos digitais, dotados de capacidade interativa, seja cada vez mais amigável. A área de conhecimento e de formação profissional, que garante a realização otimizada desse tipo de conversação, é o Design, mais especificamente o Design de Interação.

Tendo em vista o Projeto Pedagógico Institucional (PPI) da PUC-SP, em vigor desde 2004, o PPC do curso de Design – Linha de Formação: Design de Interação foi elaborado em estreita consonância com uma série de diretrizes, que contribuíram não apenas para contextualizá-lo no âmbito da própria Universidade, como também, para diferenciá-lo em relação aos cursos de Design oferecidos por outras instituições.

Para isso, buscou-se delinear como cada um dos princípios estabelecidos para a graduação da PUC-SP poderia ser trabalhado no processo de formação do futuro profissional de Design. Toda a organização curricular do curso foi pensada tendo em vista as diretrizes curriculares aprovadas pelo Ministério da Educação. São oferecidas atividades em módulos que visam a desenvolver o pensamento reflexivo e a sensibilidade estética necessários à formação de um designer. Os módulos têm por objetivo habilitar o designer a produzir projetos que envolvem competência visual, estética, cultural e, sobretudo, neste caso, tecnológica, ou seja, que habilitem o profissional de Design a compreender e atuar junto às novas tecnologias interativas.

Partindo da tradição do design, este curso avança em relação a essa tradição para fazer frente à expansão por que passou o conceito de design depois do advento das interfaces interativas e às novas demandas profissionais que elas criaram e continuam criando. Por isso, ele baseia-se em metodologias pedagógicas ativas para oferecer um processo de ensino e aprendizagem centrado nas competências e habilidades que deverão ser desenvolvidas pelo aluno, que no caso deste curso estão organizadas em quatro principais Eixos Temáticos: Criação, Programação, Visual e Design Research.

É importante ressaltar que existem diversos cursos de graduação (bacharelado) em Design, espalhados por várias localidades do Brasil, como, por exemplo, o Curso Superior em Design da ESPM, os da  Universidade Presbiteriana Mackenzie, do Instituto Mauá de Tecnologia e da  Anhembi Morumbi. Entretanto são raros aqueles que ofereçam a linha de formação específica em Design de Interação, área que está em crescimento tanto pela necessidade do mercado como no oferecimento de cursos de graduação no exterior.

De acordo com o relatório Diagnóstico do Design Brasileiro, publicado pelo Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC, 2014), percebe-se que a área de Design é terreno fértil e que deve ser semeado por instituições de ensino por meio da formação de profissionais qualificados. De acordo com o documento, havia em 2012, 13.600 graduados em design e, apesar de parecer um número convincente, a estatística se mostra pequena quando comparada a de outros países. Essa situação reforça a importância da criação de novos cursos de design com qualidade para suprir a demanda do mercado, que, de acordo com o mesmo documento, tem concentração de 90% nas áreas de design que contemplam o Design Gráfico e Comunicação, Design Digital e Multimídia, Design de Serviços e Design de Produtos, todas áreas que apresentam interfaces com a área de Design de Interação. Também é importante citar a concentração do mercado e da demanda de Design na cidade de São Paulo.

É indispensável considerar a cidade de São Paulo para a oferta deste curso, observando-a em seu crescimento vertiginoso identificado pela expansão de sua população e da mancha urbana a ela associada. São Paulo tornou-se a materialização de um modelo que se organiza como uma complexa e diversificada rede de relações. É nesse contexto que é proposto o curso de Design – linha de formação Design de Interação da PUC-SP. Há uma demanda a ser atendida que se concentra na região de São Paulo. A concentração de cursos de graduação e de empresas desenvolvedoras em uma mesma região cria um ambiente propício para a produção de conhecimento específico. Dessa forma, este é um curso que procura responder à dinâmica de seu tempo e a se antecipar, extrapolando também a materialidade territorial.

O curso guarda afinidades com a Computação, já que procura desenvolver a reflexão crítica e as noções de design, estética e educação a partir das especificidades tecnológicas do universo digital e seu impacto na sociedade. Não obstante sua vocação interdisciplinar, o curso é vinculado à Computação, na medida em que o Design de produtos computacionais, portanto na linha de formação de Design de Interação, depende do conhecimento de softwares adequados às suas finalidades. Trata-se, portanto, de um curso que se configura no interfaceamento da computação com as demais práticas e saberes sociais e técnicos que demandam eficiência dos processos de mediação digital.

Essa área de conhecimento já é abordada no ensino da PUC-SP. Em 1999, o departamento de computação criou o curso de bacharelado de Tecnologia e Mídias Digitais com três habilitações distintas que funcionavam nos dois últimos anos do curso, que tinha em seus dois primeiros anos o tronco comum com todos os alunos. As habilitações eram: Educação a Distância, Arte e Tecnologia e Design de Interface. As perspectivas que nortearam o projeto de criação desse curso foram, efetivamente, não apenas se comprovando, como também se intensificando. Tanto isso é verdade que, no decorrer desses anos, várias outras universidades abriram cursos similares a esse que a PUC-SP foi pioneira em implantar. Uma observação importante realizada pelo corpo docente, e até mesmo discente, foi de que a habilitação com mais procura no vestibular e com mais potencial de colocar os jovens no mercado era a de Design de Interface, o que justificou ao Departamento de Computação a criação, agora, de um curso específico para a área. Ainda que seja um curso de design, é importante que tenha o caráter interdisciplinar que marcou o curso anterior de Tecnologia e Mídias Digitais, pois esse representa um mercado em franca ascensão e que já vem colocando os egressos no mercado de trabalho, nas mais variadas empresas.

Vale notar que, embora esteja alocado no Departamento de Computação, apresentando uma interface com essa área, o Curso de Design – Linha de formação Design de Interação, não se confunde com as ciências da computação, visto que elas são mais específicas e técnicas. As atuações profissionais pretendidas no Design de Interação localizam-se menos no processamento das máquinas e mais nas suas superfícies sensórias, onde se dão os processos interativos entre ser humano e máquina.

Objetivos 

Diferentemente das sociedades hierárquicas da modernidade, as sociedades contemporâneas se definem por formas de mediação tecnológica às quais as teorias sociais clássicas não respondem, e que reclamam por profissionais interdisciplinares capazes de pensar a tecnologia de interface e as redes midiáticas em seus aspectos semióticos, estéticos, cognitivos, culturais e tecnológicos. O número de computadores, notebook e aparelhos celulares conectados à internet cresce anualmente a taxas extraordinárias, e é difícil conceber a condição da cidadania e da gestão dos mais diferentes tipos de processos sem a conexão às redes. Debates como o da inclusão digital evidenciam a medida pela qual a cidadania contemporânea é dependente do acesso, da operação e da produção na cultura digital. Ora, essa produção e acesso só podem existir em função do design entre o ser humano e os aparelhos e dispositivos.

O curso de Design da PUC-SP tem como objetivo atender à alta demanda por profissionais com capacidades e habilidades para trabalharem em projetos que envolvam tecnologias emergentes, conceitos de artes, comunicação visual e pesquisas em design.

O curso oferece uma linha de formação na área de Design de Interação que tem como perfil garantir que produtos e serviços digitais sejam atraentes, efetivos e intuitivos, criando experiências únicas para as pessoas em suas relações com as tecnologias, objetos inteligentes e ambientes interativos. 

Objetivos gerais

  • Aproximar os estudantes da área de design e suas relações com o mercado nacional e internacional;
  • Apresentar os principais conceitos de Design de Interação e seus desdobramentos econômicos e sociais;
  • Fortalecer uma abordagem interdisciplinar exigida pela área de conhecimento ao mesmo tempo científica, humanística, tecnológica, educacional e estética;
  • Atualizar e ajustar com clareza os objetivos do curso às competências e habilidades do perfil profissional que a realidade exige.


Objetivos específicos

  • Fornecer uma compreensão tecnológica, histórica, humanista e crítica que permita pensar as transformações em nosso tempo a partir da centralidade que as tecnologias digitais aí ocupam;
  • Estimular a criatividade para que os alunos possampropor soluções inovadoras e coerentes com as necessidades contemporâneas; explorando as diversas técnicas e de processos de criação e inovação
  • Conduzir ao entendimento das especificidades estéticas, epistemológicas e cognitivas postas pela realidade digital;
  • Estimular o pensamento interdisciplinar capaz de facilitar a comunicação e o trabalho com profissionais de outras áreas na realização de pesquisas e projetos em conjunto;
  • Desenvolver competências necessárias à manipulação de conteúdo multimidiáticos e as decorrentes questões de interfaceamento, imersão e interatividade;
  • Fornecer uma compreensão dos fundamentos das artes e do design, seus desdobramentos sociais;
  • Fornecer uma compreensão das tecnologias computacionais, como linguagens de programação, banco de dados e microcontroladores;
  • Fornecer uma compreensão dos fundamentos do audiovisual e suas principais aplicações e técnicas, tais como na área de fotografia, vídeo e animação;
  • Fornecer uma compreensão sobre a importância da usabilidade no processo de desenvolvimento de produtos de tecnologia e interação, levando em consideração aspectos de ergonomia e experiência do usuário;
  • Fornecer uma compreensão da área de prototipação e produtos, estimulando o pensamento por uma abordagem interdisciplinar e holística, levando em consideração aspectos técnicos e humanísticos;
  • Fornecer uma compreensão da área emergente de interação e imersão, apresentando seus principais conceitos e técnicas de desenvolvimento, tais como realidade virtual, realidade aumentada e jogos digitais;
  • Fornecer uma compreensão sobre a concepção, desenvolvimento e gestão de projetos de design, que busque uma visão crítica que envolva aspectos humanísticos, além de técnicas, materiais e processos.
Grau 
Bacharelado
Regime de matrícula 
Semestre
Campus 
Campus Consolação - Marquês de Paranaguá
Modalidade 
Presencial
Coordenação 

 

 

 

Monitoria 

A atividade de Monitoria é regida na PUC-SP pela Deliberação do CEPE 02/2014, que diz:

Art. 2º - A monitoria, de natureza essencialmente pedagógica, é importante fator para a formação do estudante e para a sua iniciação à docência.

Art. 9º - Somente poderá exercer a monitoria na PUC-SP, o estudante regularmente matriculado em curso de Graduação, que tenha comprovado rendimento escolar.

Iniciação Científica 

A Iniciação Científica é uma atividade de pesquisa orientada por professores doutores para você vivenciar descobertas de respostas produzidas pela sua própria reflexão crítica, fundamentada por métodos e/ou técnicas de investigação científica. Na PUC-SP, o incentivo a essa prática é um dos fatores capazes de assegurar a excelência acadêmica dos cursos que oferece e por isso ela tem um Programa de Iniciação Científica: PIBIC.

A PUC-SP oferece dois tipos de apoio às bolsas de iniciação científica: o PIBIC-CEPE e o PIBIC-CNPq. O PIBIC-CEPE é o programa da própria PUC-SP e significa Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica do Conselho de Ensino e Pesquisa. Já o PIBIC-CNPq pertence ao Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, uma fundação federal vinculada ao Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT).

Maiores informações acessar o site http://www.pucsp.br/iniciacaocientifica/

Eventos 

Durante todo o ano são realizados diversos eventos na Faculdade de Ciência Exatas e Tecnologia, por exemplo, Encontro de Ciências Exatas e Tecnologia e Virada Tecnológica.

Os alunos são estimulados a participarem uma vez que as atividades proporcionam desenvolvimento acadêmico e complementam o conhecimento obtido em sala de aula.

Situação 
Matrículas encerradas
ID Curso Totvs 
970
ID Filial Totvs 
2
Matriz Curricular 

O que você aprende

O curso de Design da PUC-SP explora o conceito de aprendizagem baseada em projetos. Por isso, o curso não possui disciplinas, mas se organiza a partir de quatro eixos temáticos que contemplam a pluralidade de conhecimento necessário na área de design:

- Eixo de Criação: eixo do curso em que são abordados os conceitos e fundamentos de arte e design, suas formas de expressão e técnica e linguagens. Também são desenvolvidas as questões de comunicação, criação de narrativas e projetos de games.

- Eixo de Visual: eixo do curso em que são abordados os conhecimentos referentes às linguagens visuais e suas tecnologias, como fotografia, vídeo, computação gráfica e animação.

- Eixo de Programação: eixo do curso em que são abordados os conhecimentos referentes ao domínio da área da ciência da computação, com ênfase no desenvolvimento de softwares para a ambiente web, móvel e dispositivos de imersão, como realidade aumentada e virtual. 

- Eixo de Design Research: eixo do curso em que são abordados os conhecimentos referentes ao domínio da área do design como um objeto de pesquisa, uma abordagem importante para a concepção de novos produtos e serviços que implica o estudo de usabilidade, ergonomia, experiência do usuário, prototipação e viabilização de produtos.

Cada Eixo do curso é explorado ao decorrer de todos os anos do curso por meio de módulos temáticos, uma estratégia em substituição às disciplinas existentes na metodologia tradicional. 

Um módulo temático não é uma disciplina, mas contêm conteúdos de diversas áreas de conhecimento que são necessários para a formação de um Designer. Em cada módulo, o aluno atenderá diversas atividades que lhe fornecerá suporte teórico-prático de conteúdos para a elaboração e execução de projetos relacionados à temática do módulo
 
Veja abaixo a estrutura do curso em seus eixos e módulos temáticos.

  Módulo 1 Módulo 2  Módulo 3  Módulo 4
1º Ano Eixo de Criação: Arte e Design Eixo de Visual: Fotografia e Audiovisual Eixo de Design Research: Usabilidade Eixo de Programação: Web
2º Ano Eixo da Programação: Mobile e Physical Computing Eixo de Design Research: Prototipação Eixo de Criação: Narrativa Eixo de Visual: Computação Gráfica
3º Ano Eixo de Visual: Animação Eixo de Criação: Game Design Eixo de Programação: Imersão Eixo de Design Research: Produto
Última atualização: 26/4/2017

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